Self-belonging: a importância de se sentir pertencente.
Que seres humanos são criaturas sociáveis não é novidade para ninguém; o primeiro grupo do qual fazemos parte na vida é nossa família e, assim que atingimos certo amadurecimento em nossas habilidades cognitivas, somos colocados em mais um novo grupo: a escola.
Para crianças, um choque, estão vindo de grupos primários (famílias), com costumes, jeitos e tradições diferentes. Tudo o que conheciam parece pequeno diante do novo mundo apresentado. E de repente, uma foto que reconhecem quem está ali muda tudo.
Segundo a hipótese do pertencimento, proposta por Roy F. Baumeister e Mark R. Leary, em 1995, seres humanos possuem a vontade inata de se sentir pertencentes e criar vínculos sociais, que são pontos significativos, pois moldam nossos comportamentos, pensamentos e até emoções. Fazer parte de algo, um grupo, algum lugar, nos faz sentir importantes e acolhidos.
Em sala de aula é comum observar em brincadeiras ou até na “hora da historinha” a discussão por quem será tal personagem, super-herói ou protagonista com quem se identificam e, fora dela, buscam até mesmo familiares que tenham onde se espelhar. Procuram pelo estilo, personalidade e gostos que se parecem com os seus para fazer a escolha final.
A relação entre os colegas de sala de aula não fica de fora, sendo tão importante quanto. A criação de oportunidades nas atividades nas quais alunos interagem entre si e se reconhecem faz com que se sintam pertencentes, mesmo que não tenham os mesmos interesses.

A Cultura Inglesa como um grupo
Qual seja a idade do aluno, iniciar algo novo para alguns pode parecer assustador e difícil. Logo, ter o sentimento de que é pertencente à sala de aula, que é visto e lembrado, torna-se um ponto importante nessa nova jornada. Vamos ser sinceros, ninguém gosta de se sentir um peixe fora d’água, certo?
Com nossa metodologia ativa, ‘teachers’ usam como material de apoio os interesses pessoais de seus alunos, seja uma música favorita, um filme ou até mesmo seu esporte. A aprendizagem de uma nova língua não precisa ser arcaica para que seja efetiva.
A percepção de pertencimento é um claro propulsor na aprendizagem; estando em sala de aula, é interessante notar o brilho nos olhos do aluno ao comentar algo que ele acha que passou despercebido – “Amei sua camisa, tem uma “princess igual a você!”. O elogio é natural, acompanhado com um vocabulário na nova língua; naturalmente o aluno começa a usar as novas palavras ou associá-las como um reforço positivo.
E em adultos? Não é muito diferente, apesar de terem seus gostos definidos junto com seus círculos sociais, a Cultura Inglesa pode se tornar-se um abrigo da vida corrida e rotineira, pois em sala de aula são abordadas situações que já vivenciaram, vocabulário significativo e eventos que possam colocar em prática o inglês com coisas que fazem sentido para os nossos alunos.
Se sentir parte de algo maior que você é saudável e a Cultura Inglesa é muito mais que uma escola de idioma, é um grupo no qual os alunos são integrados, acolhidos e realmente sentem-se parte desse processo de aquisição de uma nova língua.
Author: Loren Bitencourt
Assistente administrativo Unidade Petrolina – PE
🌍 A cultura vai além do idioma
Na Cultura Inglesa Pernambuco, acreditamos que aprender inglês é muito mais do que dominar uma nova língua — é mergulhar em diferentes culturas, vivências e formas de se conectar com o mundo.
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One Response
Pertencimento é um dos temas mais relevantes para a sala de aula, especialmente em tempos de tanta tecnologia. Na adolescência esse fator se amplia, com o “digital” sendo basicamente a casa de muitos que anseiam por aceitação, voz e vínculos – mesmo que, corriqueiramente no “mundo online”, pertencimento não se traduza por lar, no seu sentido mais profundo.